sábado, 11 de maio de 2013

QUALIFICAÇÃO: MÃE . JÁ PODE POR NO CURRICULUM???



Adorei o tema da escola da Manu para homenagear as mães : "Mãe é tanta coisa" . Somos mesmo, muita coisa, somos aquela que leva a toalha, limpa a bunda, arruma cabelo, passa roupa, faz comida, faz dormir, conta história, leva ao médico. Além das profissões que assumimos, sem direito a FGTS e nem FÉRIAS: motoristas, diaristas, economistas, advogadas, juizas, recreadoras,cozinheiras.
 
Eu já até brinquei que poderia colocar muitas atribuições que "desenvolvi" com a maternidade no curriculum, e tenho certeza que muitas delas me ajudam (e muito) na minha vida profissional. Acho até que algumas empresas já começam a ver de uma maneira positiva a contratação e a manutenção de "mães" no seu quadro de funcionários. 
 
 Tem aquela história de dar mais valor na própria mãe depois de ter filhos, e é verdade, é impossível não pensar que tudo que você faz para seu filho, apesar de mega cansada, por trabalhar fora ou pela rotina da casa, aquela mulher tão especial fez por você. E a gente percebe que alguém foi capaz de dar para você o mesmo amor que você dá para seu filho hoje. E me diz: A gente consegue mensurar esse amor?? Até dói!
 
Lógico que tem dias que a gente tá p. da vida, cansada, doente, cheia de abacaxi pra descascar... mas não dá pra dar pausa no ofício de mãe, pra tirar licença, não é? Não existe mãe perfeita, existe mãe possível. A perfeição em ser mãe já está na simples beleza de o ser. 
 
E o monte de atribuições que vem com a maternidade, é apenas zelo e cuidado com uma coisinha que a gente ama incondicionalmente e isso... ahh.. isso é instinto.
 
Um dia excelente, cheio de mimos e pertinho dos filhotes para todas as mamães!!!!
 

segunda-feira, 11 de março de 2013

FILHOS, SONHOS E LIMITES






Fiquei chocada ao ver o ultimo episódio do programa Mulheres Ricas da Rede Bandeirantes. Um show montado para a moça Aeileen foi vergonhoso. A menina canta mal, estava mal maquiada e mal vestida e teve uma "$produção$" por de tudo.

Os pais estavam orgulhosos e repetiam que era o "sonho" da menina e tals.

Quanta bobagem...

Acredito sim qe devamos ser os maiores incentivadores dos sonhos dos nossos filhos, entretanto cabe aos pais "presentear" os filhos com a noção de senso crítico. Ok, é seu sonho? E que talento e capacidade você tem de realiza-lo???

Os pais tem a obrigação moral de mostrar aos filhos que cada sonho é composto de muitas vertentes e não apenas de um desejo, uma vontade. Talento é uma delas.

Fiquei com pena da menina, ela canta muito mal, foi mal assessorada e orientada. Tem muita gente que vai te dizer que você é o máximo, principalmente quando se tem dinheiro ou é filho de alguém famoso. Mas cabe aos pais dizer que não está bom, serem sinceros com os filhos.

Não é jogar balde de agua fria num sonho, é orientar. Como sempre digo para Manuela, os pais ensinam com amor, a vida ensina com dor. Imagina como essa menina vai ficar quando seus shows não derem bilheteria, ou quando não conseguir gravar um disco que não seja pago pelo papai? Poxa.

Eu quero ser a maior apoiadora dos sonhos da minha filha, mas quero também ser aquela pessoa que ela poderá procurar para um conselho coerente, para uma visão realista dos suas possibilidades. Não é ver defeito, é saber e conseguir mostrar a ela que ela poderá se dedicar a algo com mais amor e maior competencia, mas tem que ter dom, vocação. Não vou deixar este papel para criticos ou terceiros. EU quero aconselhar minha filha e acho que faltou isso para os pais da Aeileen.

Nunca foi tão verdadeira a frase das coisas que dinheiro não compra. Você pode pagar uma casa de show, um programa de tv, uma mídia inteira para sua filha, mas e o talento?

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A menina que se apaixonou por um anjo


Estava uma menina sentada numa calçada quando parou para admirar seu reflexo numa poça d´água, não sei se admirar seria a palavra adequada, mas digamos que era isso... Achou o cabelo desengonçado, os olhos meio tortos, a orelha um pouco grande e definitivamente, estava acima do peso. Mas o mais estranho, é que aquela menina não via nada especial no que estava refletido, nada interessante, normal demais. 

Tentava achar uma parte daquele reflexo que a agradasse, ou que a desagradasse ao extremo, não achou. Tudo tão mais ou menos.A menina decidiu mergulhar na poça, respirou fundo e jurava que ia quebrar aquela cara normal e sem graça bem ali mesmo no asfalto. Ela queria tanto quebrar. 

Talvez uma cicatriz no nariz a desse uma ar misterioso e ela poderia dizer que tinha vivido uma grande aventura, ou mesmo que se envolveu numa briga, qualquer coisa seria mais excitante do que aquela coisa sem graça que a encarava de dentro daquela poça. 

 Pronta para o mergulho e para dor a menina foi segurada pelo ombro. Um anjo! tinha até asas. Crente que um anjo jamais a deixaria estabacar a cara no asfalto, ela deu um suspiro e esperou. Qual não foi a surpresa da menina, quando o próprio anjo empurrou a cara dela na poça. 

Quando se levantou, um tanto quanto brava com o tal anjo, pronta para brigar com aquele ser maluco, viu que ele ria. E o sorriso do anjo era tão lindo, que a fez gargalhar e gargalhando viu-se refletida na poça.

 A água já não estava parada, se movia,  e o reflexo se tornara interessante. Várias bocas, alguns olhos, algumas orelhas. Era ela, refletida em mil ângulos numa mesma poça, e o reflexo sorria. O brilho da poça d´ água era outro, pois a água não estava parada, monótona, normal, a água da poça ganhou vida. E ela conseguiu pensar: "gosto disso!".

Com a cara toda suja da lama, sem ter tido sucesso em ganhar uma cicatriz no nariz, a menina gargalhava com o anjo e já não se sentia "apenas normal".

O anjo partiu e a menina ficou feliz ao ver que ele continuava a ajudar meninas como ela a revirar as próprias poças d´ água. Que elas, ao final, começavam a gostar do que viam e assim, satisfaziam o anjo.

 A menina nunca mais esqueceu de revirar a poça. Toda vez que se sentia normal demais, ela sacudia a poça e gargalhava, e quando fazia isso, ela imaginava o sorriso do lindo anjo.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Perdendo peso... Ganhando vida!

Muito complicado se ver gorda. Não tenho uma defesa ferrenha da magreza, nem idolatro corpos extremamente sarados, mas quando você se vê numa foto e não se enxerga, não admite aquela imagem como sendo sua... Complica.
Eu vinha sentindo que estava ganhando peso, que não estava legal, mas uma foto especifica me chocou. Estava fora de padrão, do padrão de mim aceitável por mim.
Passei por momentos difíceis, uma fibromialgia que me deixava de cama, dopada por remédios, 2012 foi foda! Mas nada, nada foi mais avassalador do que me ver disforme.
Nunca fui magra, já pesei 47kg, mas ainda assim não era magra, sempre tive curvas, perna grossa, quadris largos e a minha marca registrada: bochechas rechonchudas.
Mas nunca me vi daquele jeito, me senti mal, desleixada, então estava na hora de mudar.
Não queria recorrer aos remédios, queria me alimentar melhor, optei por uma dieta meio radical por uns dias e depois controle de boca! A melhor decisão que tomei.
Com uma dica do meu compadre, iniciei a dieta do carboidrato (ou da proteína) se preferirem, cortei a coca-cola e refrigerante, cortei os doces e o açúcar.
Não consegui ainda aliar uma pratica de exercícios, por falta de tempo e não de disposição.

Resultado: perdi 10kg. Ainda faltam pelo menos mais 7kg para chegar no peso que eu quero, mas to tão animada e determinada que acredito que chego lá.

A dieta

Na minha dieta eu comia tudo que não tivesse carboidrato. A dieta foi meio radical, por isso eu fiz apenas por 15 dias. Depois comprei um Shake da Herbalife e substitui duas das minhas refeições diárias ( no meu caso café da manha e jantar). Comi menos nas festas, mas não mantive a dieta. Agora vou retoma-la para chegar no meu objetivo final.

O que podia na dieta: -queijos industrializados; -todo tipo de carne;-linguica;-salsicha;-ovos;-frios;-saladas;-palmito;-azeitonas;-gelatina zero; -suco cligth ou similar;

Não podia: -frutas;-suco natural;-pão;-leite;-massas;-batata e legumes do gênero;-arroz;-doces;-refrigerantes;-bebidas alcoólicas;

Como tem muita gordura nos alimentos desta dieta, ela não pode durar muito tempo, dai vc resolve um problema e arranja outro. Outra coisa, quando voltar a comer os carboidratos tem que pegar leve.

O bacana será perceber que depois da dieta, você se reeduca na alimentação. Mesmo sendo uma dieta de choque, ela da um animo pra perder mais peso e também para manter o que perdeu bem longe!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

QUANDO MINHA MÃE ME FEZ BEBER XIXI DE PALHAÇO

Mamãe e eu, no meu aniversário de 1 ano...
EU AINDA NÃO SABIA!

A gente vai ficando velha, busca terapia, começa a se enxergar melhor e pesquisar as origens de alguns traumas. E sem vergonha, de peito aberto assumo: meu maior medo é de palhaço. 

Não é segredo que eu tenho pavor de palhaço, não posso ver nem imagem, foto... nada. Chego a mudar de calçada quando tem aqueles de porta de loja.

Agora descobri, revirando minhas profundas origens (fotos de aniversários), a verdadeira culpada do meu medo: MINHA MÃE. Como eu sempre digo, não basta ser mãe, tem que traumatizar... A minha foi mestre na "arte" de traumatizar. A velha  caprichou.

MINHA MÃE ME FAZIA BEBER XIXI DE PALHAÇO. Chamem o conselho tutelar, os juizados responsáveis...QUE ABSURDO!

E se você esteve numa das minhas festinhas de aniversário, quando criança, é bem provável que também tenha bebido xixi de palhaço.

Antes que a ROTA baixe aqui na porta, vou explicar:

Alguém deu a GRANDE idéia pra Neves: "olha que legal, vamos colocar refrigerante num filtro e vesti-lo de palhaço? aí, eu imagino a Neves: "olha que idéia ótima, vou fazer em TODOS aniversários da Lenita"

E assim, ano após ano, para matar a minha sede nos meus aniversários eu tinha que pegar na torneirinha do palhaço... CHUPA ESSA, FREUD!


AS PROVAS:
ESSE FOI O PALHAÇO DO MEU PRIMEIRO ANIVERSÁRIO

ESSA SOU EU, NO MEU ANIVERSÁRIO DE 5 ANOS,
TOMANDO XIXI  DE PALHAÇO!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O resgate da emoção


Emoções. É basicamente apenas disso que a vida é feita.

Toda busca por algo maior é baseada na quantidade de emoção que ela é capaz de trazer. Um emprego melhor te trará mais chances de se emocionar com outras coisas que não os problemas financeiros habituais; um relacionamento novo te trará de volta emoções perdidas com a relação desgastada anteriormente; uma nova comida, um vinho diferente, uma viagem estabelecida, um filme esperado, um livro terminado... tudo te proporcionará nada mais do que novas emoções.

Uma música pode ser tão somente uma música e ainda assim será a trilha dessas emoções. O silêncio pode ser uma prece, mas não há melhor religião do que a música. É ela quem está com você em todos os momentos emocionantes da sua vida, sejam eles bons ou ruins ou devastadores. A melodia que prende atenção, a letra que desperta as sensações e a interpretação que transcende o que você sente e fala, literalmente, por você.

A música anda doente. Talvez esteja acompanhando a tendência atual de que é normal e aceitável fugir dos problemas e camuflar as sensações para não nos causar péssimas emoções. Há uma geração de dopados crescendo a cada ano, consumindo mais pílulas e injetando menos música. Lambem a vida mas não sentem o seu gosto, não ouvem sua sinfonia, não se embriagam com o que de mais belo a melodia pode trazer: a real noção do que é se viver.

A música está na UTI. Mas sempre há  uma ampola de adrenalina disposta a manter os aparelhos ligados. Nesse final de semana, recebi minha dose.


Há três décadas ela se foi fisicamente. Mas para muitos, é como se nunca tivesse ido. E para os que nem souberam de sua partida, é como se agora ela tivesse retornado. Acompanhada. Muitos a descobriram como mãe de Maria Rita. Outros tantos rechaçaram o fato da filha estar tributando a mãe. Mas o que importa é que Elis Regina está no ar. Você sempre a respirou, sempre a ouviu, pouco conheceu e ainda assim muito já se envolveu.

Seja no barzinho da faculdade, na sala de seus pais, no comercial da TV ou na trilha da novela. Em algum lugar, você já a ouviu. Aquela voz lhe é familiar, esteve em suas emoções, te acompanhou em algumas taças, em alguns tragos.

Não preciso esclarecer o que Maria Rita está  fazendo pela mãe com sua série de shows cantando suas músicas e apresentando ela ao seu próprio público e tomando para si o que lhe sempre fora de direito: a carga genética e cultural de Elis.

Ao ver seu show, não senti como sendo esse tão aclamado tributo. Nem vi como uma manifestação à maior cantora que o Brasil conheceu. Vi simplesmente emoção no palco. Vi a música vencendo, transcendendo preconceitos, resgatando a alegria de se sorrir após o choro incontrolável.

Vi pessoas se emocionando simplesmente por presenciar uma união nunca desfeita. mas sempre apontada e criticada com veemência quase despudorada. Coisa que confesso nunca ter presenciado de forma tão exposta. Ver Maria cantando era como se traíssem Elis. Prestavam, assim, dos maiores desserviços à música e à emoção.

Ao vê-la chorando ou se esforçando para segurar o choro, sorrimos. Não por masoquismo, mas por sentir a emoção em sua forma mais pura e real. É uma filha falando de sua mãe. Uma cantora falando de outra. Uma música se conectando a outra sem perder a essência e sem perder a autenticidade. Não há imitações, não há semelhanças apesar de ser tudo muito parecido. A voz soa igual, o sorriso que faz os olhos se franzirem também, mas há  sempre a predominância da artista Maria Rita ante a filha Maria Rita. A interpretação, a vontade de se lavar das criticas e dos dedos em riste, tudo lembra a mãe sem que seja um cover. É a genética da música vencendo.

Mesmo quando disfarça o choro com pequenas ironias. Mesmo quando reconhece o legado passado. Mesmo quando respeita a história pregressa. Ainda assim, Maria Rita não é a mãe. É simplesmente Maria.

Não me lembro de ouvi-la mencionar o nome da mãe. A trata sempre por “ela”, na maioria das vezes. E isso nos acomoda e nos aconchega e nos deixa na sala de visita ou nos convida para um bar. Pois é essa segurança e familiaridade que todos temos: quase nunca nos referimos às nossas mães por seus nomes. É sempre “minha mãe” ou um “ela”. Assim, basicamente, no auge da intimidade e respeito.

E quem a assiste se sente justamente dessa forma: na sala de visitas da casa das duas. A música é sua casa, o palco é seu balcão e quando convidados, nos portamos muito bem. Cantamos as músicas sem nos esquecer da origem e sem pesar sobre a expectativa. Não há, aliás, expectativas. Ninguém vai para ver Elis, apesar de querer celebrá-la. A artista é Maria Rita, que hoje se consolida como a maior cantora deste país. Precisou de muita exposição refletida e inversa para conseguir ter a coragem de se impor. Talvez esteja aí sua principal herança. Coragem pode ser algo genético, enfim.

Nesta tríade mãe-filha-mãe que se forma, há beleza, há ternura, há acolhimento. Nos sentimos envolvidos sem invadir. A invasão acontece na penumbra, com apenas um dedo apontado: o seu próprio para si mesmo. Essa é a principal barreira transposta.

Agora, estamos apenas celebrando. Não o tributo, não a reunião, não o merecimento. Mas o resgate da música e da emoção. Pois é apenas disso que tudo isso se trata: do prazer de degustar da mais pura e honesta emoção.

Não era Elis quem merecia, tampouco Maria Rita: a música precisava disso.
Porque é basicamente apenas disso que a vida é feita.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vote na (minha) mamãe!!

PAUSA PRO HORÁRIO POLÍTICO NO MEU BLOG

CAMPANHA: VOTE NA MINHA MÃE





Sempre brinquei com minha mãe que ela parecia política. Todo lugar que íamos eram mil conhecidos para cumprimentar, mãos para apertar, gente pra abraçar. Achava fofo demais mamãe ser tão conhecida e querida. Mas nunca achei que a politicagem de mamãe era algo pejorativo,simplesmente porque era nato, era dela e era ela.

A Neves (vulgo mamãe) sempre ajudou muita gente, sempre levando gente que eu mal conhecia ao médico, trazendo pra dentro de casa quem não tinha condições. Algumas destas pessoas sumiam e nem mais davam as caras, outras agradecem até hoje quando a encontram por aí. Mais o mais legal, o que eu mais admirava na minha velha, era que ela fazia isso sem o interesse imediatista de receber algo em troca, ajudar simplesmente porque o outro precisava.

Sempre que questionavam minha mãe sobre o "fazer para o outro" a resposta era simples "Hoje eu faço por eles, amanhã pode ser eu, ou minhas filhas que estejam precisando, e eu tenho certeza que terei amigos a quem recorrer" . E, Graças a Deus, nunca nos faltou nada, sempre as coisas se multiplicavam.

Só que acho que ajudar poucas pessoas, com seu trabalho de formiguinha já não satisfazia minha mãe, ela podia e queria dar mais. Surgiu, então, a oportunidade de se lançar candidata a vereadora. Era a chance de representar o povo, ser a voz de muitas pessoas, ajuda-las de forma efetiva. Ver o trabalho de formiguinha virar coisa grande.

A gente sabe que não vai ser fácil, mas vamos trabalhar para que mamãe consiga estar lá, fazendo politica séria, competente, generosa. A politica de fazer o bem, que mamãe já fazia, muito antes de ter um número.

Então, você que me lê, e vota em Limeira, tem a chance de colocar uma representante do povo de verdade, então, TO NA CAMPANHA : VOTA NA MINHA MÃE!!!! NEVINHA 33123

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